Todas as fotos dos textos francês e português: Laurent Achedjian
-texte français plus bas
Enquanto ele buscava a calma e a solidão para meditar sobre o sentido da vida, Laurent Achedjian, de passagem pelo Rio, viu-se mergulhado no tumulto da Banda de Ipanema. Adiando suas questões existenciais para mais tarde, ele decide então empunhar seu equipamento de fotógrafo profissional, para enviar a seu irmão, isolado no inverno bruxelense, alguns retratos para alimentar seu blog... Merci, Laurent, por essas imagens de alegria e de animação !!...

A Banda de Ipanema é uma das mais célebres paradas de rua pré-carnavalescas do Rio, aberta a todos que dela queiram participar.
Sua origem… ? Em 1959, o designer Ferdy Carneiro havia decidido levar seus amigos cariocas à cidade de Ubu (Minas Gerais), para lá verem a Filarmônica Embocadura, célebre parada formada por um grupo de alegres músicos, que viriam a inspirar a futura Banda do Rio.
Assim, em 1965, seguindo o exemplo mineiro, esses apaixonados pela folia se reuniram na Praça Général Osório, antes de seguirem em direção ao Bar Velloso, que é o atual Bar « Garota de Ipanema ».
Ao longo de sua caminhada, os moradores do bairro foram engrossando as fileiras dos carnavalescos, ano após ano, a ponto de hoje agregar milhares de pessoas.
A Banda convida regularmente celebridades como madrinhas, dentre as quais a mais emblemática até hoje foi sem dúvida a irreverente e rebelde atriz Leila Diniz (1945-1972) : símbolo da emancipação feminina e da luta contra a ditadura militar à época.
A participação das Drag Queens, que interagem com o público, é a grande marca do desfile. Essa participação não foi concebida assim em sua origem, mas tornou-se a atração mais significativa do evento.
A Banda de Ipanema, que contabiliza mais de 30.000 participantes a cada saída, foi declarada « patrimônio cultural da cidade », em 2004. Ela desfila ainda no sábado antes do Carnaval, exatamente no mesmo dia do Mardi Gras, o famoso Carnaval de New Orleans.
Os participantes se reúnem na Praça General Osório em torno das 16h, antes de começar sua marcha a partir das 17h30.
Sua origem… ? Em 1959, o designer Ferdy Carneiro havia decidido levar seus amigos cariocas à cidade de Ubu (Minas Gerais), para lá verem a Filarmônica Embocadura, célebre parada formada por um grupo de alegres músicos, que viriam a inspirar a futura Banda do Rio.
Assim, em 1965, seguindo o exemplo mineiro, esses apaixonados pela folia se reuniram na Praça Général Osório, antes de seguirem em direção ao Bar Velloso, que é o atual Bar « Garota de Ipanema ».
Ao longo de sua caminhada, os moradores do bairro foram engrossando as fileiras dos carnavalescos, ano após ano, a ponto de hoje agregar milhares de pessoas.
A Banda convida regularmente celebridades como madrinhas, dentre as quais a mais emblemática até hoje foi sem dúvida a irreverente e rebelde atriz Leila Diniz (1945-1972) : símbolo da emancipação feminina e da luta contra a ditadura militar à época.
A participação das Drag Queens, que interagem com o público, é a grande marca do desfile. Essa participação não foi concebida assim em sua origem, mas tornou-se a atração mais significativa do evento.
A Banda de Ipanema, que contabiliza mais de 30.000 participantes a cada saída, foi declarada « patrimônio cultural da cidade », em 2004. Ela desfila ainda no sábado antes do Carnaval, exatamente no mesmo dia do Mardi Gras, o famoso Carnaval de New Orleans.
Os participantes se reúnem na Praça General Osório em torno das 16h, antes de começar sua marcha a partir das 17h30.

Um dos momentos ritualizados é a parada estratégica em frente à Igreja Nossa Senhora da Paz, para prestar uma homenagem ao grande compositor e instrumentista Pixinguinha (1897-1973), que morreu dentro dessa mesma igreja, quando então assistia a um batismo, no dia mesmo do Carnaval. Um instante de silêncio é respeitado, antes que a fanfarra entoe Carinhoso, um dos célebres hinos do mestre.
Atualmente, existem no Rio mais de 400 bandas de bairro / quarteirão do mesmo gênero, que desfilam ao som de marchinhas, algumas delas muito antigas, e conhecidas de todos os cariocas.
Atualmente, existem no Rio mais de 400 bandas de bairro / quarteirão do mesmo gênero, que desfilam ao som de marchinhas, algumas delas muito antigas, e conhecidas de todos os cariocas.
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